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A DISPUTA DE BRINQUEDOS, MACHUCADOS E EMPATIA


Você já viu esta cena: no aeroporto antes mesmo do embarque as pessoas se amontoam em frente aos portões ainda que saibam que os assentos são numerados. Na entrada do avião e no pouso pode haver  empurra-empurra, olhares de impaciência, alguém que não dá vez..

A arte da convivência em sociedade exige que sejamos maleáveis e ponderados. Isto falando de adultos – onde temos anos de experiência a mais comparado às nossas crianças. Elas estão começando a entender como funcionam as coisas. Que são muitas: dar a vez, esperar, dividir, não acreditar que o outro vá agir como eu espero que o faça…

Por isso incidentes podem acontecer. Nos parquinhos há sempre a necessidade de mediação dos pais. Apesar de ser muito bom um distanciamento para que os pequenos aprendam por si só a desenvolverem estratégias na resolução de conflitos, os pais podem orientar de longe as situações.

Imagine a cena: duas crianças tentando descer no mesmo escorregador. Os pais podem intervir vendo o óbvio: quem chegou primeiro? 
Então o outro espera e logo na próxima descida é sua vez.

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Rolou algum estresse? Alguém se machucou? Essas situações geram constrangimento, mas é necessário agir para melhorar a situação. Como?

  • Ao invés de afastar a criança já no primeiro momento, tente a aproximação para um pedido de desculpas.
  • Se for possível, o ideal seria que a criança ajudasse a “cuidar” desse amigo: oferecendo-se para passar água ou gelo no machucado. 

A empatia apesar de ser inata deve ser estimulada. E os pais devem ser termômetros para que os filhos percebam o que foi legal ou não.

Além de, é claro, vivermos realmente a empatia nos nossos exemplos com as crianças e com as outras pessoas. Do trânsito ao avião.  Isso é fundamental para aprender e reproduzir comportamento, e, para tornarem-se adultos bons e verdadeiros.

10 jul 17
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IRMÃOS

Com a chegada de um bebê a rotina da casa inteira muda. Papais de primeira viagem embarcam em uma verdadeira aventura! Agora quando o segundo bebê vem ao mundo, dependendo da idade do irmão mais velho podemos estar de frente com uma verdadeira situação de CAOS! Isso porque o primeiro filho continua demandando atenção, pais e mães continuam sendo seres humanos com suas necessidades de fome, sono, rotina de trabalho e de casal; logo adequar isso tudo em 24 horas parece missão impossível.

Aqui três dicas para tentar internalizar e deixar a nova vida acontecer:

  • Não se martirizar demais: ninguém é “super homem” ou “super mulher”, somos humanos e também erramos. Mesmo ao tentar fazer o melhor (e acredito que pai e mãe sempre tentam o melhor!) pode ser que não saia como o esperado. Acalme-se. Errou? Peça desculpas. Falou mais alto com o filho mais velho? Volte atrás. Não cumpriu todas as atividades que havia planejado? Tudo no seu tempo, tente amanhã novamente e assim sucessivamente.
  • Criança é criança: mesmo com a “promoção” a irmão mais velho tente adequar suas expectativas e responsabilidades de acordo com a idade do seu filho. Uma boa “régua” é imaginar se este filho fosse filho único você estaria dando essa atividade e/ou responsabilidade a ele?
  • Integração: um dos presentes mais lindos que pais podem dar aos filhos é ajudá-los a construir uma relação saudável com os irmãos. Incentivar o irmão mais velho a “ser seu ajudante” no cuidar do irmão menor é um bom começo.

taza

18 ago 15
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